sexta-feira, 10 de julho de 2009

Filosofia



Gosto mais de ti do que me permite minha vã filosofia.
Penso tanto em ti que às vezes tua lembrança se desbota.
E teu velado desleixo sobre o que sinto me deixa nua e só.
Quero teu colo e me ofereces palavras frias, sem paixão, sem coração.
Quero-te em mim e quando te sinto, teus olhos estão longes e indiferentes.
Isso é amor?

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