quarta-feira, 18 de setembro de 2013

203 maneiras de enlouquecer um homem na cama


Depois de uma bela sessão de tirar barba, bigode e arrumar a sobrancelha, saí sem compromisso e fui almoçar em um restaurante das cercanias da minha casa.
Lá encontrei uma grande amiga com os dois filhos, a mãe e um sobrinho, todos compenetrados comendo corretamente em pleno sábado.
Sem fast-food.
Sem batatas-fritas.
Sem shopping.
Lá pelas tantas, chega uma mulher pela qual tenho certa admiração e começamos a conversar, todo mundo junto, com o resto das pessoas do restaurante observando, e eu gargalhava e falava alto, por que lá é um lugar muito aconchegante e parece que estamos numa extensão da casa.
No fim do almoço, a tal que admiro nos convidou a todos do papo para visitar o apartamento dela que ficava a poucos metros dali.
Um apartamento simpático, prático e cheio de objetos com muito significado para a dona e, eis que em um quarto, havia uma montanha de livros extremamente bem organizados e dispostos.
As crianças caíram para dentro das caixas escolhendo um ou outro para ler ali mesmo, acocorados em volta das caixas, sentados no carpete.
Daquele movimento, nasceu uma vontade de ver os títulos. Achei um livro curioso cujo título é “203 Maneiras de enlouquecer um homem na cama”.
Pedi pra dona da casa, que de praxe doa livros para todos os amigos leitores e ela de pronto me ofereceu.
Quando cheguei em casa, fui ler o dito cujo.
Fiquei encantada com a ingenuidade das “maneiras de enlouquecer” que a autora descreve no livro.
Fui ver o registro do livro e, claro, ele datava 1997, sendo esta a sétima edição.
O que me surpreendeu foi um primeiro capítulo chamado “Uma palavra sobre sexo seguro”, na qual a autora fala que quem está casado há muito tempo e que tem certeza de que ambos são fiéis, pode-se deixar de usar camisinha.
Talvez por literaturas desse tipo é que hoje, uma das maiores incidências de DST's diversas e AIDS, ocorram em mulheres que são casadas, ou que mantém um parceiro apenas.
Baita vacilo. 

Vamos ter que atualizar o acervo da minha amiga.