terça-feira, 26 de março de 2013

O muro que cai

Eu não posso me omitir de falar sobre este terrível acidente que aconteceu na Vila Elza, com uma criança de lá. Um menino de quatro anos morreu após ser atingida por um muro. O caso aconteceu em Viamão, no Rio Grande do Sul. Ele brincava com um amigo quando resolveu se pendurar no varal e apoiar-se em um muro.  O concreto cedeu e a vítima morreu na hora. Diz-se ainda que a avó da outra criança estava dentro de casa quando ouviu os gritos. Ela contou que ficou desesperada ao ver o menino caído.
noticias.r7.com/cidades/crianca-de-quatro-anos-morre-apos-ser-atingida-por-muro-no-rs-22032013
Pois bem, isso aconteceu dentro de uma casa particular e não em um lugar público.
Agora pergunto para vocês: se ocorrer o mesmo em um prédio público, quem será a pessoa responsabilizada?
Quem responderá?
Quanto se pagaria de indenização a uma família por perder seu filho menor impúbere, um pouco mais do que um bebê, com a vida inteira pela frente?
Será que custa muito prevenir?
Depois da tragédia em Santa Maria, ocorreram mutirões para fiscalização das casas e locais públicos no que tange a incêndios. Claro. Foram 241 mortes.
Será que teremos que ter um desastre, espero que não, para que o Poder Público revise suas próprias instalações onde ficam crianças, adolescentes e idosos?
Será que vamos ter que ficar fazendo abaixo-assinado para se levantar um muro que seja?
Omissão é crime.



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